A ergonomia não deve aparecer no PGR apenas como uma descrição genérica de postura, mobiliário ou esforço físico.
Para que o processo seja tecnicamente consistente, os fatores ergonômicos e psicossociais precisam ser identificados a partir das condições reais de trabalho, avaliados, classificados e vinculados a medidas de prevenção.
A PROCEN apoia empresas na integração entre a Avaliação Ergonômica Preliminar — AEP, a Análise Ergonômica do Trabalho — AET, o inventário de riscos e o plano de ação do PGR.
O objetivo é garantir coerência entre os documentos, a realidade da operação e as ações efetivamente implementadas.
O que deve estar integrado ao PGR
Como a PROCEN atua
A PROCEN analisa o PGR existente, verifica a qualidade das informações ergonômicas e identifica possíveis lacunas entre os documentos e a realidade do trabalho.
Quando necessário, realizamos a AEP, aprofundamos situações por meio da AET e estruturamos recomendações técnicas para atualização do inventário e do plano de ação.
A atuação pode ser realizada diretamente com a empresa ou em parceria com a clínica responsável pelo PGR.
Benefícios para a empresa
A integração da ergonomia ao PGR transforma avaliações isoladas em um processo contínuo de identificação, prevenção e acompanhamento dos riscos ocupacionais.